sábado, 6 de agosto de 2011
domingo, 8 de maio de 2011
O que faria Jesus?
JOÃO 2.1-11
Então, ela [Maria] falou aos serventes: Fazei tudo o que ele vos disser.
(Jo 2.5.)
Fazei tudo o que ele vos disser.
É a única ordem de Maria
Reconhecia em Jesus o seu Messias,
E queria a ele sempre obedecer.
Se quisermos experimentar milagres,
Vendo água em vinho se tornar,
O que é cego, de repente enxergar,
O que está morto enfim se levantar,
É somente obedecer a Jesus,
Que por nós se deu ali na cruz.
Um jovem casal vivia brigando, apesar de se amarem e conhecerem o
amor de Jesus na vida deles. Parece que não conseguiam viver felizes. Talvez
cada um fosse muito “cabeça-dura” e não se dobrasse à vontade do outro. O
egoísmo os fazia sofrer.
Certo dia houve uma séria discussão que quase acabou em agressão física.
A esposa, cheia de mágoas e ressentimentos, resolveu pegar suas coisas e
voltar para a casa dos pais. E começou a subir a escada que levava ao quarto a
fim de buscar seus pertences e sair. Tropeçou em um degrau e caiu. Machucou-
se levemente. Mas, ao erguer a cabeça para prosseguir em seu intento,
seus olhos se depararam com os dizeres de um quadro na parede, ali na curva
da escada. Nele estava escrito: “Em seus passos, o que faria Jesus?”
E ela começou a pensar em como estavam sendo tolos e egoístas. Assentou-
se ali na escada e ouviu o Espírito Santo falando ao seu coração.
Resolveu que ela deveria pedir perdão ao marido primeiro; fato que jamais
admitira. E a reconciliação se iniciou. Depois desse dia, Deus tratou com o
coração deles de tal maneira, que vieram a se tornar conselheiros de casais
no ministério da igreja que freqüentavam.
Um casamento feliz se apóia em consertos de falhas, pedidos de perdão e
reconciliação diariamente. “Perdoe-me, por favor”; essa deve ser a frase que
deve vir sempre acompanhada de um beijo e um abraço.
“Em seus passos, o que faria Jesus?” Eis uma boa pergunta para cada
decisão da vida, principalmente nos relacionamentos.
Pai, ajuda-me a ter um coração humilde e perdoador. Ajudame
a buscar a paz nos relacionamentos familiares, principalmente
a estar pronto a perdoar e a pedir perdão sempre que
for necessário. Amém.
domingo, 17 de abril de 2011
Nem aves nem feras
2 SAMUEL 21.1-14
... não deixou que as aves do céu se aproximassem deles de dia, nem os
animais do campo, de noite. (2Sm 21.10b.)
Quando Davi reinava sobre Israel, houve fome muito grave. Ele consultou
o Senhor, e este o orientou sobre o que deveria ser feito. Anos atrás, Israel
firmara uma aliança com os gibeonitas, jurando-lhes proteção. Entretanto
o rei Saul, no seu zelo, matara a muitos deles. E agora, sete homens da sua
descendência deveriam ser enforcados para acabar com a seca. Entre eles, os
dois filhos que Rispa tivera de Saul foram mortos. Ela tomou um pano de
saco, estendeu-o para si sobre uma rocha, e não deixou que, de dia, as aves
viessem bicar os corpos de seus filhos. E à noite ela espantava as feras. Isto
durou muitos dias, desde o princípio da sega até que a chuva caísse sobre a
terra. Foi dito a Davi a respeito dela, e o rei mandou que se sepultassem os
corpos dos jovens.
Rispa torna-se um exemplo de mãe que está sempre no seu posto. Embora
os filhos já estivessem mortos, ela estava ali impedindo a humilhação de
terem o corpo comido por aves ou feras. Rispa lembra às mães, cujos filhos
estão “mortos” em seus delitos e pecados, que é preciso lutar por eles em
oração. Colocar-se na torre de vigia e não deixar que aves ou feras (demônios
das trevas) venham destruí-los.
O Senhor Jesus traz vida aos “mortos em seus pecados”. Há grande poder
nas lágrimas de uma mãe diante do Rei.
Senhor, tu és o Deus que ouves a oração,
Recolhes as lágrimas do contrito coração,
Em Cristo, na cruz, ofereces sempre o teu perdão,
E uma vida nova, cheia de consolação.
Levantamos a voz a ti, em intercessão
Pelo que está perdido, ferido e até morto então,
Encontre-o, e traga-lhe teu sopro de ressurreição.
Pai, oramos pelos que estão apodrecendo em seus pecados,
longe de ti e do gozo que tua vida traz. Restaura com teu
sopro, oh Espírito Santo, a vida plena no coração daqueles
por quem intercedemos. Venha o perfume da tua vida sobre os
filhos, cujas mães se derramam em lágrimas diante de ti. Amém
... não deixou que as aves do céu se aproximassem deles de dia, nem os
animais do campo, de noite. (2Sm 21.10b.)
Quando Davi reinava sobre Israel, houve fome muito grave. Ele consultou
o Senhor, e este o orientou sobre o que deveria ser feito. Anos atrás, Israel
firmara uma aliança com os gibeonitas, jurando-lhes proteção. Entretanto
o rei Saul, no seu zelo, matara a muitos deles. E agora, sete homens da sua
descendência deveriam ser enforcados para acabar com a seca. Entre eles, os
dois filhos que Rispa tivera de Saul foram mortos. Ela tomou um pano de
saco, estendeu-o para si sobre uma rocha, e não deixou que, de dia, as aves
viessem bicar os corpos de seus filhos. E à noite ela espantava as feras. Isto
durou muitos dias, desde o princípio da sega até que a chuva caísse sobre a
terra. Foi dito a Davi a respeito dela, e o rei mandou que se sepultassem os
corpos dos jovens.
Rispa torna-se um exemplo de mãe que está sempre no seu posto. Embora
os filhos já estivessem mortos, ela estava ali impedindo a humilhação de
terem o corpo comido por aves ou feras. Rispa lembra às mães, cujos filhos
estão “mortos” em seus delitos e pecados, que é preciso lutar por eles em
oração. Colocar-se na torre de vigia e não deixar que aves ou feras (demônios
das trevas) venham destruí-los.
O Senhor Jesus traz vida aos “mortos em seus pecados”. Há grande poder
nas lágrimas de uma mãe diante do Rei.
Senhor, tu és o Deus que ouves a oração,
Recolhes as lágrimas do contrito coração,
Em Cristo, na cruz, ofereces sempre o teu perdão,
E uma vida nova, cheia de consolação.
Levantamos a voz a ti, em intercessão
Pelo que está perdido, ferido e até morto então,
Encontre-o, e traga-lhe teu sopro de ressurreição.
Pai, oramos pelos que estão apodrecendo em seus pecados,
longe de ti e do gozo que tua vida traz. Restaura com teu
sopro, oh Espírito Santo, a vida plena no coração daqueles
por quem intercedemos. Venha o perfume da tua vida sobre os
filhos, cujas mães se derramam em lágrimas diante de ti. Amém
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